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A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura divulga os modelos de formulários para Autorização para execução de atividades de extensão e cultura.

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Espetáculo Musical “Nos Trilhos de Minas” acontece nesta terça feira

Nesta próxima terça-feira (21) ocorre o espetáculo musical "Nos Trilhos de Minas", com o grupo Trem das Gerais. O evento será no auditório do Bloco 2A do Campus Umuarama em comemoração ao Dia Nacional do Estudante.

A apresentação artística pretende, com a comemoração do dia do estudante, propiciar uma experiência que inspire a educação da sensibilidade, além de mostrar como o ensino deve ir além da mera transmissão e reprodução de informações.

A ação é voltada para alunos dos Cursos Técnicos da Escola Técnica de Saúde, técnicos administrativos, docentes, demais pessoas da comunidade universitária de modo geral e da população do entorno do Campus Umuarama.

O espetáculo acontecerá no auditório do Bloco 2A do Campus Umuarama, da Universidade Federal de Uberlândia, a partir das 19h30.

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Estão abertas as inscrições para oficinas de Teatro do Oprimido

Grupo de Teatro do Oprimido - Psicologia UFU apresenta oficinas de Teatro do Oprimido no Campus Umuarama que serão realizadas nesse segundo semestre de 2018 no intuito de tanto promover uma ação artística e cultural, como também mobilizar as forças artísticas e criativas da comunidade acadêmica deste campus, bem como de estender tais benefícios para a comunidade externa à Universidade.

O Teatro do Oprimido (TO) é um método estético, político e pedagógico sistematizado pelo dramaturgo Augusto Boal, que propõe pensar as artes cênicas como um meio ativo pelo qual as pessoas são estimuladas a pensarem em si mesmas, assim como na relação com os outros e com o mundo em que vivem.

As oficinas serão compostas por exercícios promotores do conhecimento do corpo e de suas potencialidades expressivas através da auto-observação de seus tônus, gestos, postura, movimento, olhar e voz; exercícios de respiração; exercícios de narração e de escuta; introdução teórico-prática ao teatro do Oprimido; realização de jogos de Teatro Imagem, do Arco- íris do desejo e do Teatro Fórum (técnicas sistematizadas por Augusto Boal); e introdução aos princípios de uma criação colaborativa. O resultado cênico dessa vivência, será partilhado publicamente através de duas Mostras Cênicas: uma no interior da Universidade e outra numa escola pública de Uberlândia.

A iniciativa surgiu do interesse demonstrado por alguns estudantes do curso de Psicologia da UFU em participar de atividades de teatro e outras práticas lúdicas capazes de promover o desenvolvimento de suas capacidades expressivas e comunicativas, melhorando aspectos de sua qualidade de vida relacionados a seu bem-estar físico e mental. Em 2017, Izis Mueller, artista convidada, desenvolveu oficinas de sensibilização em Teatro do Oprimido junto aos discentes do curso de Psicologia da UFU. Após ter boa receptividade, sentiu o interesse, por parte dos estudantes, da existência de uma dinâmica mais aprofundada nas práticas teatrais.

O projeto possui uma carga horária total de 18h de atividades práticas de teatro, distribuídas em 7 encontros de criação e 2 mostras cênicas. Serão oferecidas 24 vagas destinadas a quem tenha interesse em participar desta vivência de criação, a inscrição pode ser feita através do preenchimento do formulário online. As mostras cênicas serão realizadas entre os dias 01 e 08 de Novembro.

O projeto, tem em sua equipe de realizadores, os seguintes estudantes do curso de Psicologia:

  • Luiz Otávio do Prado – Proponente e coordenador; 
  • Izis Guimarães Mueller - Oficineira e diretora artística;
  • Ana Júlia Oliveira Lima - Assessora de comunicação;
  • Guilherme Dantas Ferreira – Web designer, fotógrafo e video maker.
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Assessoria Dicult
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Festival Arte na Praça retorna a Ituiutaba

O festival de música independente Arte na Praça será novamente realizado em Ituiutaba, desta vez celebrando os 40 anos de federalização da Universidade Federal de Uberlândia. Realizado desde 2003, o festival enfatiza a valorização da arte independente, da produção musical e da resistência cultural, com o objetivo de democratizar e socializar a produção no campo da cultura, tanto erudita quanto popular, promovendo o intercâmbio e exposição de artistas regionais

Visando a disseminação cultural em outras cidades, o mais tradicional projeto da Pró-reitoria de Extensão e Cultura (Proexc), através de sua Diretoria de Cultura (Dicult), acontecerá na praça Getúlio Vargas, em Ituiutaba, no dia 19 de agosto (domingo), a partir das 15h. O evento é gratuito e contará com a participação da Orquestra popular do Cerrado, Enzo Banzo, a banda Ei8ht Gang (MG) e a dupla Estrela Leminski & Téo Ruiz.

 

Tudo que não quero falar sobre amor

O novo disco dos compositores Estrela Leminski e Téo Ruiz ‘Tudo que não quero falar sobre amor’, chega para mostrar que eles não são um casal de músicas fofas, e trazem no conteúdo das canções temas diversificados que não tratam do amor clichê romântico.

Indo na contramão da lógica da indústria musical os compositores decidiram lançar os clipes antes, lançados mensalmente de abril a agosto de 2017. São 12 músicas gravadas em 4 cidades diferentes (Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre), com 7 produtores musicais ímpares: Guilherme Kastrup (produtor e diretor artístico do disco “A Mulher do Fim do Mundo”, de Elza Soares), Dante Ozzetti (compositor e produtor reconhecido nacionalmente), Rodrigo Lemos (ex-banda mais bonita da Cidade), Marcelo Fruet (produtor dos discos das bandas Apanhador Só e Dingo Bells), Fred Teixeira, John Ulhoa (Pato Fu) e Pupillo (Nação Zumbi).

Seu rock-poético, de ênfase na canção, ganhou visões diferentes, mas sem perder a unidade e coesão dentro dessa diversidade de nomes. O som é pop com ruído, urbano e contemporâneo, e o título não poderia ser mais direto: apesar de Estrela e Téo serem um casal, não espere canções românticas de amor.

 

Arte na Praça em expansão

A parceria de festivais de música independente de Uberlândia com o Festival Arte na Praça não é recente. A visibilidade do Festival, desde sua criação, promoveu e contribuiu com a realização de outros festivais, como o Festival Timbre, Mineiro Beat, Jambolada, UdiRock, entre outros. Em 2018, o Arte na Praça deu a partida com a edição realizada em Uberlândia, no dia 15 de abril. A programação, desenvolvida em parceria com o Festival Cena Cerrado contou, dentre outros nomes, com o pernambucano Tagore e a banca Medulla, do Rio de Janeiro.

Além de Ituiutaba, o Arte na Praça também chegará a Monte Camelo, e contará ainda com duas edições em Uberlândia. A primeira será no dia 16 de setembro na praça Sérgio Pacheco, em conexão com o Festival Timbre, sendo uma das atrações confirmadas a banda Carne Doce, de Goiânia. Em outubro, dia 21, será a vez de Monte Carmelo, primeira vez que a cidade receberá o projeto, e a programação contará, dentre outros nomes, com Luiz Salgado e convidado especial. Fechando a agenda do ano, o Festival retorna a Uberlândia no dia 25 de novembro, com a participação da cantora baiana Luedji Luna.

Acompanhe a programação completa do Arte na Praça, além de outras ações culturais da Proexc/Dicult em nossas redes sociais: Instagram @dicultufu e Facebook @ufudicult.

Serviço

Arte na Praça 2018

Data: 19/08/2018

Horário: 15h

Local: Praça Getúlio Vargas - Ituiutaba

 

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UFU tem cinco trabalhos artísticos selecionados para o Corredor Cultural

O Corredor Cultural, projeto capitaneado pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições de Ensino Superior Públicas da região Sudeste (Forproex-Sudeste), visa à promoção a circulação dos diversos fazeres artístico-culturais produzidos nas instituições de ensino superior públicas (IES) através do intercâmbio cultural dos trabalhos de alunos, docentes, servidores técnico-administrativos e demais redes envolvidas nas Instituições.

O Corredor Cultural atua como instrumento de construção da identidade cultural universitária, fortalecendo produtos já desenvolvidos e encontrando novas possibilidades de atuação através do esforço das IES na promoção e garantia dos direitos culturais. Para o Diretor de Cultura da UFU, professor Alexandre Molina, “o Corredor Cultural configura-se hoje como o único projeto de intercâmbio cultural entre universidades públicas brasileiras, favorecendo não apenas o fluxo de produção entre as IES, mas também fomentando a criação de novos projetos e ações no campo da arte e da cultura, entretanto ele precisa ser fortalecido e ampliado para as demais regiões do país. ”

Entre 2015 e 2017 o projeto promoveu amplo intercâmbio cultural entre diferentes cidades dos quatro estados da Região e agora, em 2018, realiza três grandes festivais, que ocorrerão na Universidade Federal de Lavras, Universidade Federal de São João del-Rei e na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

Dentre as diversas atividades que constituirão os festivais, foram selecionadas cinco provenientes da UFU, a partir de um chamamento interno realizado em abril deste ano, entre elas: O “Circuito Iago”, projeto que propõe investigar relações entre tragédia e dança contemporânea, em “Otelo”, de William Shakespeare; a performance “Magnólias Negras Grafias em Outros Trajetos”, que busca discutir a criação a partir do corpo, da cultura e da arte negra dentro de uma perspectiva anti-racial e “Scópio”, um solo de dança contemporânea que dialoga com questões referentes ao olhar e o sentido da visão de uma forma subvertida.

Além dessas, comporão também o festival o projeto “Orquestra Popular do Cerrado”, grupo musical vinculado ao Instituto de Artes formado por instrumentos de sopro e seção rítmica/harmônica e a oficina intitulada “Exercício número 1: da criação à presentificação da luz na cena” realizada pelo grupo de estudos em iluminação “Cênica Luz”, do curso de Teatro da UFU.

Os festivais ocorrerão entre os dias 15 e 26 de agosto. Confira a programação completa nos links abaixo e não perca a chance de conhecer a produção cultural universitária da região Sudeste!

https://goo.gl/pdEJz2 (UFSJ)

https://goo.gl/YG9rT7 (UFLA) 

https://goo.gl/T8cE63 (UFRRJ)

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Arraiá da Facip 2018 acontece neste domingo

O Arraiá do Pontal 2018 acontece no dia 8 de julho, no saguão do bloco A, no Campus Pontal em Ituiutaba, com entrada gratuita. O evento, que acontece desde 2007, surgiu de uma iniciativa de um grupo de professores e técnicos que buscavam divulgar a Universidade na cidade de Ituiutaba por meio de uma das manifestações culturais mais tradicionais no estado, a Festa Junina. Até a última edição o evento chamava-se Arraiá da FACIP (Faculdades Integradas do Pontal) que, em 2018, teve sua organização administrativa reestruturada com a criação de três unidades acadêmicas: FACES (Faculdade de Administração, Ciências Contábeis, Engenharia de Produção e Serviço Social); ICENP - Instituto de Ciências Exatas e Naturais do Pontal; e ICH - Instituto de Ciências Humanas.

Este ano o evento contará com comidas e bebidas típicas, brincadeiras e a tradicional Quadrilha Junina coordenada pela profª Simone Passos. Além disso, as bandas Lázaro do Acordeom e Stratotexas trazem o forró pé de serra e o Blues para compor a programação.

O Arraiá passou a ser organizado desde 2010 pela Comissão de Cultura do Pontal, contando com o apoio da Pró-reitoria de Extensão e Cultura, através de sua Diretoria de Cultura. Este ano, o evento conta também com a parceria de entidades estudantis do Campus Pontal, da Prefeitura Universitária, da Fundação Cultural de Ituiutaba e da ADUFU.

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Curta-metragem Dor Invisível é exibido nesta terça na UFU

"Cristina. 25 anos. Estudante de biologia. Está fora de casa há mais de 5 anos.

Luiz. 30 anos. Artista. Quer dizer o que sente através de suas pinturas.

Daniel. 27 anos. Formou-se recentemente no curso de Letras. Agora é professor na rede pública.

Três amigos que moram juntos há mais de 3 anos. São o apoio que às vezes não encontram nem em suas famílias. Mas, talvez por descuido ou distração, grandes coisas nos passam despercebidas. Algo que mudou a vida dos três aconteceu. Ninguém viu. Ninguém vê. Ninguém nunca sabe. Quem sente sua dor?"

Dor Invisível é um curta-metragem produzido pela Mexido filme que é composta por 4 alunos da Universidade Federal de Uberlândia. Lucas Orsini, diretor da Mexido Filmes, é do curso de Artes visuais, assim como Keynni Júnior que é o editor chefe. Junto a eles estão também Rosy Ribeiro do curso de Letras que age como roteirista e Débora Borba que trabalha com direção de arte.

No final do ano de 2017, após dezenas de conversas entre o grupo, foi decidido que iriam tentar escrever o primeiro projeto da produtora falando de algo que está presente tanto na vida dos 4, como na de milhares de outros estudantes: a DEPRESSÃO e a pressão da universidade, juntamente com sua vida social e familiar.

Com este ponto de vista em mente, a Mexido Filmes convida para que todos possam assistir um filme que trata o tema de maneira experimental mostrando narrativas do cinema novo brasileiro, além de trazer um tema tão importante nos nossos dias para a comunidade acadêmica.

O filme será transmitido no Campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia nesta terça-feira, 3 de julho, às 19h30 no Auditório 5O-B, já no campus Monte Carmelo a exibição será no dia 4 de Julho, às 15h30 e, por fim, no campus Umuarama no dia 05 de Julho, às 15h30.

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A UFU quer saber: Você conhece os museus da Universidade?

Imagem mostra uma mão segurando um celular com o QR Code que leva à pesquisa sobre os museus, ao lado esquerdo está escrito "A UFU QUER SABER:" e ao esquerdo "VOCÊ CONHECE OS MUSEUS DA UNIVERSIDADE? Responda a pesquisa e concorra a prêmios."

A UFU possui cinco museus – Museu de Biodiversidade do Cerrado, Museu Universitário de Arte (MUnA), Museu do Índio, Museu DICA e Museu de Minerais e Rochas – todos gratuitos para a visitação e responsáveis por uma variada tipologia de acervos que compreendem espécimes, materiais geológicos, artes visuais, ciências físicas aplicadas e peças etnográficas.

Os museus permitem experiências diversas, mas muitas vezes são pouco explorados na Universidade. A comunidade acadêmica pouco conhece sobre o trabalho dessas instituições museais, responsáveis em grande parte pelas primeiras vivências de pesquisadores e futuros profissionais, além das bolsas de ensino e extensão.

Assim, buscando melhor instrumentalizar os museus na mediação com seus públicos imediatos, técnicos, docentes e discentes, a Divisão de Museus (Dicult/Proexc) lança um breve questionário eletrônico, a fim de estabelecer uma pesquisa de público dos Museus, observando o quanto a comunidade acadêmica conhece e frequenta essas instituições.

Os respondentes do questionário sobre os museus da UFU concorrerão a diversos prêmios. São DVDs, livros e CDs produzidos através de projetos apoiados ou realizados pela Proexc/Dicult, além do Catálogo dos 30 Anos do Museu do Índio e ingresso para o Festival Timbre 2018. 

O questionário pode ser acessado no site da Proexc e também pelo link. Outra opção é fazer a leitura do QRcode disponibilizado nos cartazes e banners que integram a campanha ou ainda nos postos da Dicult a serem montados nas bibliotecas, Restaurantes Universitários e blocos compartilhados nos diversos campi UFU.

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Lançamento do livro “Ewé Ásà: folhas e religiosidades afro-brasileira”

Acontece, hoje (28), o lançamento do livro “Ewé Ásà: folhas e religiosidades afro-brasileira”, escrito por Isley Borges e Nasser Pena. O evento ocorrerá na Sede da ADUFU – Seção Sindical (Rua Nelson de Oliveira, 711, Santa Mônica), às 19h e com entrada gratuita.

Ewé Ásà: folhas e religiosidade afro-brasileira foi organizado tendo como inspiração o ṣirè oriṣà, ou a festa das divindades africanas, apresentando dezesseis orixás do panteão do candomblé ketu, associando a eles as suas respectivas folhas e o significado desta associação. Também foram compiladas imagens das folhas, assim como cantigas que expressam a essencialidade dos deuses africanos. Trata-se de uma tentativa de reunir e compartilhar informações relevantes sobre expressão religiosa deveras esquecida ou invisível. Nesse sentido, também contém inúmeros materiais complementares, como vídeos, músicas, obras de arte, dentre outros.

Esta é a proposta de “Ewé Ásà: folhas e religiosidade afro-brasileira”, um livro sobre a relação da religiosidade afro-brasileira com as folhas, sendo o seu público-alvo as escolas públicas e os seus professores e professoras, em razão do cumprimento da Lei nº 10.639, a fim de suprir a carência de material sobre as religiões afro-brasileiras nas escolas. Ele foi escrito pelos jornalistas Nasser Pena e Isley Borges, além de contar com a consultoria de Ìyálòrìşà Ifatoki Cristina ti Oşùn e o planejamento gráfico de Carlos Gabriel Ferreira.

O livro “Ewé Ásà: folhas e religiosidades afro-brasileira” foi impresso com o patrocínio da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), por meio da PROAE, PROEXC e Dicult. Além disso, o projeto também conta com o apoio do do Centro Cultural Orè Egbé Ilè Ifá (CECORÈ), da ADUFU-SS e do Centro Municipal de Estudos e Projetos Educacionais Julieta Diniz (CEMEPE).

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2018- RESOLUÇÃO SEI Nº 02/2018, CONSEX - dispõe sobre o Regulamento da concessão e da atuação dos bolsistas de extensão, no âmbito das ações desenvolvidas na PROEXC/UFU- revogada pela RESOLUÇÃO CONSEX Nº 5/2021

Dispõe sobre o Regulamento da concessão e da atuação dos bolsistas de extensão, no âmbito das ações desenvolvidas na Pró-reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal de Uberlândia.
Número: 
02
Data de publicação: 
quarta-feira, 16 Maio, 2018
Tipo de legislação: 
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Âmbito da legislação: